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Frutos da Terra"Não vos inquieteis com o dia de amanhã,pois o amanhã trará os seus próprios cuidados;basta a cada dia o seu próprio mal"Jesus. |
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February 01 Mercantilização da féQuando só o Dinheiro é deus
"Jesus está sendo criminosamente vendido no mundo, a grosso e a retalho, por todos os preços, em todos os padrões de ouro amoedado.E os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de vendê-lO."
A afirmação acima é do escritor Humberto de Campos,e foi dita numa época em que não se ouvia falar de falsas denominações "evangélicas" e,muito menos,dos falsos pastores,"bispos" ,"apóstolos" e "missionários"...
E - a exploração da fé,comércio altamente lucrativo,continua a passos largos,fazendo a fortuna de muita gente...
A propósito veja o blog: www.ofuxicorenascer.spaces.live.com January 28 Pais:A visão impiedosa e pragmática
Os pais são para os filhos,mas os filhos não são para os pais
Os filhos são a glória e a alegria dos esposos. Mas a missão dos pais exige uma renúncia, porque o amor paterno - e a própria felicidade, que é a sua recompensa - só se realizam pelo dom de si próprio. Nisto vamos encontrar a regra de todo o amor: mas a oposição entre o amor egoísta que recebe e o amor desinteressado que dá é mais acentuada ainda no amor paternal do que no amor conjugal, porque não há entre os pais e os filhos a mesma reciprocidade que há entre os esposos. Os pais devem viver para os filhos, mas os filhos não devem viver para os pais. Devem aos pais afeto, reconhecimento, respeito, mas estes deveres não postulam que lhes consagrem as suas vidas, ao passo que os pais, durante todo o tempo em que os filhos necessitam deles, têm o dever de lhes consagrar a vida. Porque a lei da natureza lança o gênero humano para a frente. Os pais são o passado; os filhos, o futuro. O papel dos pais é transmitir a vida e desaparecer depois de haverem confiado aos filhos todos os bens que possuem. A transmissão da fortuna não é mais do que o símbolo da transmissão dos bens do corpo, da alma e do coração, que os filhos recebem dos pais, primeiramente por nascimento e, depois, pela educação. E é lei da natureza que, tendo os pais dado tudo aos seus filhos, lhes não entreguem estes o que receberam, mas por sua vez o transmitam aos seus filhos, e se dediquem a estes, como os seus pais se dedicaram a eles. Os pais são, pois, para os filhos. E os filhos não são para os pais. A natureza é impiedosa: nada há para os pais na missão paterna; é tudo para os filhos. Os pais encontram nela a sua recompensa, mas com a condição de a não procurarem e de nem sequer pensarem nisso. Todo o volver sobre si mesmos da sua parte diminui o afeto e o respeito que os filhos lhes dedicam e, por consequência, as verdadeiras satisfações que os filhos lhes poderão dar. As famílias em que os filhos fazem o impossível por agradar aos pais, por lhes satisfazer os desejos, por lhes testemunhar o seu afeto, são precisamente aquelas em que os filhos têm a consciência de que os pais viveram para eles e só neles pensaram. Talvez em nenhum outro domínio se verifique com mais rigor a lei da vida moral que afirma não encontrar o homem a felicidade senão com a condição de a não procurar, e de que a preocupação da felicidade mata a felicidade. Porque o filho é um ser humano jovem, necessariamente orientado para o seu próprio desenvolvimento, e os pais têm a função de lhe assegurar esse desenvolvimento, criando as necessárias condições e conduzindo o filho pelo caminho que lhe convém. Digo bem: que lhe convém, não o que lhes convém. E, logo, quando o filho, tendo tirado aos pais tudo o que podia tirar, chega à idade em que é senhor do seu destino, manda a lei da natureza que deixe os seus pais e vá realizar a sua missão de homem com a companheira que tiver escolhido. A felicidade dos pais reside em serem as testemunhas da felicidade dos filhos, as testemunhas do seu êxito e em sentir orgulho desse êxito, porque os seus filhos são os seus filhos e a sua felicidade, os seus êxitos são, de algum modo, os dos seus pais. Já vimos que os pais são ajudados a este desinteresse pelos próprios laços naturais que os unem aos seus filhos. O amor dos pais é desinteressado por natureza, no sentido de que é natural nos pais considerar a felicidade e a infelicidade dos filhos, os seus sucessos e os seus fracassos, como próprios. Mas em muitos pais de alma mais ou menos vulgar, este desinteresse só se manifesta nas grandes ocasiões. Devotar-se-ão, por exemplo, ou farão grandes sacrifícios monetários para cuidar do filho doente mas, na vida corrente, só pensarão em si próprios e só procurarão no filho a sua satisfação pessoal. Os pais também devem aprender a amar. Como os esposos. Mas os pais são esposos, esposos primeiramente, pais depois. Do mesmo modo que o amor conjugal se deve purificar, o amor dos pais deve tomar a forma inteiramente desinteressada que lhe convém. (Jacques Leclercq)
January 16 Seria o fim!!Abortar?
Certo professsor,querendo provar a seus alunos quão falho pode ser o reciocínio humano,propôs à sua classe a seguinte situação:
"- Baseados nas circunstâncias que mencionarei a seguir,que conselho dariam a uma certa senhora,grávida do quinto filho?"
"- O marido sofre de sífilis;ela de tuberculose.Seu primeiro filho nasceu cego.O segundo morreu.O terceiro nasceu surdo,e o quarto é tuberculoso."
"- Ela está pensando seriamente em abortar a quinta gravidez.Que caminho a aconselhariam a tomar?"
Com base nos fatos apresentados,a maioria dos alunos concordou em que o aborto seria a melhor alternativa.O professor,então disse aos alunos:
"- Se vocês disseram sim à ideia do aborto,acabaram de matar o grande compositor Ludwig Van Beethoven."
Extraído de Be Alert to Spiritual danger,Institute in basic Youth Conflicts.
January 13 A inscriçãoA inscrição Caminha placidamente entre o ruído e a pressa. Lembra-te de que a paz pode residir no silêncio.
Sem renunciares a ti mesmo, esforça-te por seres amigo de todos.
Diz a tua verdade quietamente, claramente.
Escuta os outros, ainda que sejam torpes e ignorantes; cada um deles tem também uma vida que contar.
Evita os ruidosos e os agressivos, porque eles denigrem o espírito.
Se te comparares com os outros, podes converter-te num homem vão e amargurado: sempre haverá perto de ti alguém melhor ou pior do que tu.
Alegra-te tanto com as tuas realizações como com os teus projetos.
Ama o teu trabalho, mesmo que ele seja humilde; pois é o tesouro da tua vida.
Sê prudente nos teus negócios, porque no mundo abundam pessoas sem escrúpulos.
Mas que esta convicção não te impeça de reconhecer a virtude; há muitas pessoas que lutam por ideais formosos e, em toda a parte, a vida está cheia de heroísmo.
Sê tu mesmo. Sobretudo, não pretendas dissimular as tuas inclinações. Não sejas cínico no amor, porque quando aparecem a aridez e o desencanto no rosto, isso converte-se em algo tão perene como a erva.
Aceita com serenidade o cortejo dos anos, e renuncia sem reservas aos dons da juventude.
Fortalece o teu espírito, para que não te destruam desgraças inesperadas.
Mas não inventes falsos infortúnios.
Muitas vezes o medo é resultado da fadiga e da solidão.
Sem esqueceres uma justa disciplina, sê benigno para ti mesmo. Não és mais do que uma criatura no universo, mas não és menos que as árvores ou as estrelas: tens direito a estar aqui.
Vive em paz com Deus, seja como for que O imagines; entre os teus trabalhos e aspirações, mantém-te em paz com a tua alma, apesar da ruidosa confusão da vida.
Apesar das tuas falsidades, das tuas lutas penosas e dos sonhos arruinados, a Terra continua a ser bela.
Sê cuidadoso.
Luta por seres feliz.December 25 Não Estou... Eu não estou, no Natal
( Mateus,25-31a46 )
Não me procures na Noite Santa
Se me esqueceste em todas as outras.
Nos dias idos,
Tive fome
E não me deste de comer,
Tive sede
E não me deste de beber,
Dormi ao relento
E não me acolheste,
Estive nu
E não me vestiste
Achei-me enfermo
E não me visitaste
Estive deprimido
E não me deste alento...
O Homem é maior do que as convenções
E,diferente de como pensas,
As "lembrancinhas",grandes ou pequenas,
Os presentes mais valiosos
De nada valem sem o invólucro do Amor.
Se me esqueceste nos dias idos,
Não me procures na Noite Santa!
Amílcar Lobo
December 14 Um poema de Florbela Espanca
December 09 Cecília Meireles
December 05 A Didáxis do Natal
A Didáxis do Natal
Os grandes mestres já trazem a vocação de ensinar ao nascer. E por isso costumam ensinar desde cedo. Jesus, ainda menino, quando os outros estão aprendendo, ensinava aos doutores do Templo em Jerusalém. Fatos semelhantes ocorreram com muitas criaturas geniais em todo mundo. Mas não há registro positivo de alguém que fizesse de toda a sua vida, desde o ato de nascer até a morte, uma didaxis contínua, uma lição incessante. Este é um dos fatos que destacam o Mestre Supremo entre todos os mestres, que caracterizam o Gênio dos gênios. Gautama Buda era príncipe e nasceu num palácio. Viveu nos esplendores da corte até descobrir as dores do mundo. Mas Jesus escolher para berço a manjedoura. Nasceu na pobreza e na humildade. E assim viveu, para depois morrer na ignonímia. Aquele que devia salvar o mundo e redimir os homens fez-se o menor e o mais desprezado de todos. Seu nascimento foi a primeira lição que ele dava aos orgulhosos e poderosos da Terra. Depois ensinaria que não se necessita de títulos, de posições, de riqueza e de poder temporal para remover o mundo da órbita da ignorância. E por fim nos deu duas espantosas lições finais: a morte na cruz e o túmulo vazio, mostrando-nos que a injustiça eleva o justo e que a morte desaparece à luz da ressurreição. Mas o didaxis do Natal tem a sua simbologia. Foi a sua primeira parábola, não falada, mas vivida. O fato de Maria dar à luz em um estábulo não era estranho na Judéia do tempo. Os estábulos eram dependências da casa que podiam também servir às criaturas humanas, particularmente no inverno, quando o calor dos animais domésticos ajudava a aquecer o ambiente. Os estábulos de inverno eram geralmente montados em uma gruta, para que os animais ficassem mais defendidos nas noites gélidas. Os rigores do inverno obrigavam os homens a se fraternizarem com seus irmãos e servidores mais humildes, os animais domésticos. Nascendo assim em um estábulo Jesus não incidia em nenhuma excentricidade, mas dentro dos próprios costumes do povo, como faria em toda a sua vida, transmitiria aos homens a mais bela parábola. A criança entre as palhas da manjedoura era como a mônada celeste lançada no seio da matéria. Os animais que a cercavam ajudavam Maria a dar-lhe o calor do sangue e da carne. A centelha celeste era assim envolvida na ganga da encarnação terrestre, com os instintos animais da carne a prendê-la ao chão do mundo, mas com a ternura espiritual de Maria a fortalecê-la para a vitória do espírito. A visita dos Magos, relatada por Mateus, mostra-nos a sabedoria terrena curvando-se, reverente ante o saber celeste e prestando-lhe a sua homenagem. A fúria de Herodes o grande e de Jerusalém com ele revela-nos a hostilidade ciumenta dos grandes da Terra contra os verdadeiros emissários do Alto. A convocação dos principais sacerdotes e dos escribas do povo pelo rei alarmado é o incitamento dos poderes humanos contra os poderes divinos. Temos assim na didaxis do Natal, a primeira prova da legitimidade da missão de Jesus. Quando o Buda nasceu os jardins do palácio rebentaram em flores e perfume. Mas quando Jesus nasceu os anjos cantaram na fímbria do horizonte e os pastores se ajoelharam nos campos nevados, trêmulos de emoção, sem sentirem o frio do inverno. Não queremos desmerecer a grandeza espiritual do Buda e de outros grandes missionários espirituais, mas a didaxis do Natal nos lembra que o Messias judeu era realmente o Mestre dos Mestres, o professor por excelência. O Espiritismo encara os Evangelhos na sua realidade histórica, como textos inspirados mas de redação humana, sujeitos às influências culturais da época e do meio em que foram redigidos e também às condições pessoais de cada evangelista. Mas reconhece a legitimidade dos seus ensinos espirituais e morais e tem o mais profundo respeito pelo sentido alegórico de episódios como o do Natal. Por isso o Natal espírita não se reveste de formalidades exteriores, mas não deixa de considerar o sentido espiritual do grande evento cristão. Extraído do livro "O Infinito e o Finito",de J.Herculano Pires A invenção do casamentoCasamento
Em todas as civilizações e em todas as épocas homens e mulheres viraram maridos e esposas.Mas esqueça a imagem do casal apaixonado que decide viver feliz para sempre.Nas sociedades antigas o principal objetivo do casamento era manter a linha sucessória e o direto à propriedade. Ou seja: o casamento era um acerto,um ajuste,um contrato,uma aliança de interesses práticos.Os papéis de homens e mulheres eram bem definidos e diferentes,principalmente porque os maridos,em geral, tinham direito a várias esposas.
O casamento monogâmico é uma instituição que data dos primórdios da cultura judaico-cristã.Mesmo assim,durante séculos,os homens ainda puderam exercer o concubinato em paralelo ao casamento,sob o pretexto de prevenir os herdeiros.A monogamia matrimonial só começou a ser adotada de fato naIdade Média,com a ajuda da Igreja Católica.E ganhou impulso quando o casamento foi elevado à condição de santo sacramento,no século 12.Para os historiadoresessa foi uma tentativa de disciplinar o comportamento sexual.Hoje,casamento é sinônimo de troca de alianças e vestido branco.mas esse modelo de cerimônia é recente:definiu-se no século 19, graças à rainha Vitória, da Ingaterra,conhecida pelo puritanismo.Foi depois de seu casamentp que as noivas passaram a entrar na igreja vestidas de branco,simbolizando pureza.O amor(como motivação para o matrimônio) e o casamento românticos nasceram a partir daí...
Texto adaptado de "101 idéias que mudaram a Humanidade"revista Superinteressante.
December 02 Jesus- nos textos apócrifos.JESUS nos textos apócrifos
SENTADO NUM RAIO DE SOL
"Um dia de inverno fazia um sol esplêndido,e um raio de sol incidiu na parede da casa de José.E por ali estavam os jovens da vizinhança correndo pela casa.Jesus montou o raio de sol e, colocando suas vestes em cima dele,sentou-se como se estivesse acomodado sobre uma firmíssima viga.Seus companheiros tentaram imitá-lo.Mas despencaram gritando:"Estamos nos fazendo em pedaços".E Jesus pôs-se a curar as lesões de todos os feridos soprando levemente nos lugares machucados"(Livro da Infância do Salvador)
RECOMPONDO VASOS QUEBRADOS
"Numa outra ocasião Maria disse ao se filho:"Olha,filho,vai à fonte de Gabriel,tira água e traga-a neste cântaro." E submisso às órdens da mãe,foi. E os meninos da sua idade seguiam-no para vê-lo,levando cada um o seu cântaro.Jesus jogou o seu cântaro contra uma rocha.Ao ver isso todos os demais fizewram a mesma coisa.Então sobreveio um tumulto e levantaram-se queixas,mas Jesus recolheu os fragmentos,recompôs os vasilhames e devolveu-os a cada um cheios de água."(Livro da Infância do Salvador)
PASSARINHOS DO BARRO
"Este menino Jesus,que na época tinha cinco anos,encontrava-se brincando no leito de um riacho,depois de haver chovido.Fez uma massa mole com o barro e com ela formou uma meia dúzia de passarinhos.Era então um sábado e havia outros meninos brincando com ele.José veio ao local e, ao vê-lo,ralhou com ele dizendo: por que fazes no sábado o que não é permitido fazer?Mas Jesus,batendo palmas,dirigiu-se às figurinhas ordenando-lhes: "Voai!"E os passarinhos foram todos embora gorgeando"(O Evangelho Pseudo-Tomé)
MORTE DE UM MENINO
"De outra feita,ele(Jesus) andava em meio ao povo e um rapaz que vinha correndo esbarrou em suas costas.Irritado,Jesus lhe disse:"Não prosseguirás teu caminho".E imediatamente o rapaz caiu morto. os pais do defunto,chegando a José,o interpelaram dizendo:"Com um filho como esse, de duas uma: ou podes viver com o povo ou tens de acostumálo a abençoar e não a amaldiçoar;pois causa a morte a nossos filhos." José chamou Jesus á parte e o admoestou.(Evangelho Pseudo- Tomé) .
PICADA DE COBRA
"Certa vez, José mandou seu filho Tiago juntar lenha e trazê-la para casa.O menino Jesus o acompanhou.Mas aconteceu que enquanto Tiago recolhia os gravetos,uma cobra picou-lhe a mão.Tendo caído no chão,ficou completamente largado e, estando para morrer, Jesus Cristo se aproximou e soprou a mordida.Imediatamente desapareceu a dor,a cobra explodiu e Tiago recobrou a saúde.(Evangelho Pseudo- Tomé)
As Igrejas cristãs não aceitam os evangelhos apócrifos como expressão da verdade.Os evangelhos canônicos(considerados genuinamente verdadeiros) são apenas: Mateus,Lucas,Marcos e João).
A propósito do Natal...É preciso redescobrir José,pai de Jesus.
Discrição
"Ele atravessou a vida envolto no manto da discrição.O mesmo ocorreu com sua imagem na história do cristianismo.Talvez por causa de todo esse mistério,foi criado em torno dele uma aura de encanto forte o suficiente para atrair milhões de admiradores nos dois milênios seguintes.Agora,com esses achados, seus devotos e o mundo cristão tem a chance de entender pelo menos parte desses enigmas."
Pai presente
"Não era um pai alienado e distante.Na verdade,mostrava-se adorável para Jesus. Ele O guiava e O tanqüilizava com beijos".
Carpinteiro
"O artesão,descendente de Davi,tinha uma oficina no páteo de casa.E que ali,entre pregos, martelos,rolos de barbante e cunha,Jesus teria iniciado na vida profissional.É dentro desse universo de trabalho, de mãos calosas,do suor do rosto,das canseiras cotidianas edo silêncio,que se desenrolou a vida anônima de José.Provavelmente,ele eJesus também teriam trabalhado no campo,no cultivo de plantas e legumes e no pastoreio de cabras,ovelhas e gado".
Sem registro
"Não há registros sobre a morte de José.Ele nasceu e morreu sob o manto do silêncio".
Família
São José,para os católicos,ortodoxos e anglicanos;José para as denominações evangélicas e outras correntes cristãs,é o patrono;oficial ,ou não, da família.
Revista ISTOÉ,19.4,2006
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Parodiando o versículo que a "Igreja Universal do Reino de Deus" coloca na entrada dos seus templos.("Só o Senhor é Deus").Na verdade-aqui-só o Dinheiro é deus!!
Uma relação entre outras relações importantes.Uma relação de livros nunca é definitiva,embora algumas obras sejam eternas...
Grandes personalidades e pessoas comuns manifestam-se diante da vida
Sítios e blog's mais do que interessantes: úteis!
Os 10 FILMES MAIS IMPORTANTES da cinematografia segundo a revista SUPERINTERESSANTE
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